sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Encontro com um Kindle – Parte 2


Minhas aventuras com o Kindle estão bem modestas, é verdade. Na última bienal do Rio aproveitei o estande da Amazon e comprei uma capinha. Agora ele está mais seguro contra minha desastrez natural.

No último livro que li nele, usei o recurso de notas. E é absolutamente incrível! É como usar os post-its nos livros físicos, sem perder os malditos papeizinhos ou vazar tinta da caneta para as páginas do livro. E tem o recurso maneiro de pressionar uma palavra e acessar o significado dela no dicionário. Adorei.

O touch do teclado deixou a desejar, percebi um certo delay nele. Às vezes digito alguma nota e as letras não saem. Imagino que seja por causa das minhas unhas. Elas estavam enormes, pareciam garras de um gárgula. Ainda não digitei nenhuma nota depois que cortei. Acho que deveria ter feito isso antes de escrever esse post, MAAAASSSS, fica para a próxima.

De uma maneira inesperada, viramos amigos. Estamos juntos há um mês (ou será mais do que isso? Entre as muitas coisas nas quais não sou boa, está contagem do tempo) e ele já tem um nome: trabuquinho. Gosto de chamá-lo assim: meu trabuquinho.

Até agora gostei bastante de poder baixar “amostras” de livros que tinha curiosidade. “A Arte de Pedir” de Amanda Palmer é genial e acabei pegando a versão inteira, e em breve a física. No final das contas é um livro de autoajuda, mas de um jeito que vale a pena ser lido, você não vai ser mandado falar consigo mesmo no espelho, mas vai repensar alguns valores bizarros que aprendemos e o preconceito que há em apenas pedir. Ops, deixa eu segurar minha língua aqui, mais um pouco e vira uma resenha de livro.

Graças a poder baixar amostras, também deixei pra lá alguns títulos que eu até tinha curiosidade e se mostraram uma bela perda de tempo. E também seria uma grana perdida.

Ler no ônibus com ele é bem mais tranquilo do que ler meus exemplares físicos. Dá pra mudar de página com um dedinho no canto da tela. É tão mágico! E foi num ônibus que descobri como ativar o recurso de alterar o tamanho da fonte. Claro que deve ter essa informação no manual – que eu não li, obviamente.
Descobri quando me atrapalhei toda  para descer do ônibus e apertei a tela meio desajeitada. A fonte que eu estava usando ficou enorme. E aí tentei refazer o movimento que tinha gerado aquele desastre no kindle. Então peguei o jeito. É só tocar na tela como se quisesse dar um zoom. A janelinha para escolher a fonte aparece e pronto, é só escolher o tamanho. Simples, prático e funcional.

Esse post é curto pois não tenho muito mais o que contar. Talvez ele seja o último ou talvez eu faça mais um, para fechar essa sequência.

No meio de tantos talvezes, há apenas uma certeza: Estou amando meu trabuquinho.
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